Consulta ao primeiro lote de restituição do IR já está disponível; pagamento será recorde

Patrícia Steffanello | Assessoria de Comunicação
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Mais de 8,7 milhões de contribuintes serão contemplados; pagamento será feito no dia 29 de maio

A Receita Federal abre nesta sexta-feira, 22 de maio, a consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2026. Este será o maior lote já pago na história do órgão, somando R$ 16 bilhões em restituições. Ao todo, 8.749.992 contribuintes serão contemplados, incluindo declarações deste ano e restituições residuais de exercícios anteriores. 

Segundo a Receita, o volume recorde está relacionado à maior agilidade no processamento das declarações e ao uso de ferramentas de modernização e automação. O primeiro lote representa cerca de 40% de todas as restituições previstas para 2026, tanto em valor quanto em número de contribuintes. 

Do total de R$ 16 bilhões, R$ 8,64 bilhões serão destinados a contribuintes com prioridade legal. Entre os contemplados estão idosos entre 60 e 79 anos, pessoas acima de 80 anos, contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave, além de pessoas cuja principal fonte de renda seja o magistério. 

Também estão incluídos quase 5 milhões de contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida ou optaram por receber a restituição via Pix, na chave CPF. Neste lote, não haverá pagamento para contribuintes sem prioridade. 

A consulta pode ser feita no site da Receita Federal, na área “Meu Imposto de Renda”, clicando em “Consultar a Restituição”. O contribuinte também pode verificar as informações pelo aplicativo da Receita Federal, disponível para celulares e tablets.

O pagamento será realizado no dia 29 de maio, mesma data final para entrega da declaração do Imposto de Renda 2026. O valor será depositado na conta bancária ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração. 

Quem não estiver incluído neste lote deve acessar o e-CAC, o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte, para verificar o extrato da declaração. Caso exista alguma pendência, será possível enviar uma declaração retificadora e aguardar os próximos lotes. 

Se o pagamento não for realizado por problema na conta informada, como conta desativada, o valor ficará disponível para resgate no Banco do Brasil por até um ano. Depois desse prazo, o contribuinte deverá solicitar a restituição não resgatada pelo Portal e-CAC. 

 

Reconhecimento facial passa a ser obrigatório no consignado do INSS

Patrícia Steffanello | Assessoria de Comunicação
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A partir de terça-feira, 19 de maio, aposentados e pensionistas do INSS que solicitarem empréstimos consignados precisarão confirmar a operação por biometria facial no aplicativo ou site Meu INSS. A medida busca ampliar a segurança dos beneficiários e reduzir riscos de contratações indevidas. 

A mudança representa um avanço importante na proteção dos segurados. Como o desconto do consignado ocorre diretamente no benefício previdenciário, toda contratação precisa ser feita com segurança e plena ciência do beneficiário. A biometria facial vem justamente para dificultar fraudes e evitar que aposentados e pensionistas sejam surpreendidos com descontos que não autorizaram.

Pela nova regra, a proposta de empréstimo ficará pendente no Meu INSS e o beneficiário terá até cinco dias corridos para confirmar a contratação por reconhecimento facial. Caso a validação não seja feita dentro do prazo, o contrato será cancelado automaticamente.

A nova legislação também proíbe a contratação de consignado por telefone ou por procuração de terceiros. Além disso, o prazo máximo de pagamento passou de 96 para 108 parcelas, e o início do pagamento poderá ocorrer em até três meses após a contratação.

Para especialistas, a orientação é que aposentados e pensionistas acompanhem com atenção o extrato de pagamento do benefício e utilizem apenas os canais oficiais do INSS.

Recebeu aviso sobre Prova de Vida do INSS? Entenda como confirmar sem cair em golpe

Patrícia Steffanello | Assessoria de Comunicação
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Atenção, aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS: o Governo Federal começou a avisar cidadãos que precisam regularizar a Prova de Vida. A mensagem pode chegar pelo WhatsApp oficial do Governo do Brasil, mas é preciso cuidado para não cair em golpes.

A Prova de Vida do INSS mudou nos últimos anos. Hoje, na maior parte dos casos, o beneficiário não precisa mais ir ao banco apenas para provar que está vivo. O procedimento costuma ser feito automaticamente, por meio do cruzamento de dados do governo. Isso significa que o INSS verifica informações em bases oficiais para confirmar se aquela pessoa continua ativa e apta a receber o benefício. 

Mas existe um ponto importante: nem todos os beneficiários são identificados automaticamente nesse cruzamento. Quando isso acontece, a pessoa pode ser avisada de que precisa fazer a comprovação de vida para manter o cadastro atualizado e evitar pendências no benefício. Segundo o INSS, esses avisos estão sendo enviados pelo WhatsApp oficial do Governo do Brasil e podem aparecer no extrato bancário. 

Quem precisa se preocupar?

O alerta vale principalmente para quem foi notificado. Ou seja: se o INSS conseguiu confirmar a Prova de Vida automaticamente, o beneficiário segue regular e não precisa correr ao banco sem necessidade.

Por outro lado, quem recebeu aviso deve verificar a situação com calma e pelos canais corretos. A consulta pode ser feita pelo site ou aplicativo Meu INSS, dentro do serviço chamado “Prova de Vida”. Se estiver tudo certo, aparecerá a data da última comprovação realizada. Também é possível buscar orientação pela Central 135, que atende de segunda a sábado, das 7h às 22h. 

Como fazer a Prova de Vida?

De acordo com o INSS, a comprovação pode ser feita de duas formas principais:

  1. No banco onde o benefício é recebido 
  2. Pelo aplicativo Meu INSS, quando a pessoa possui conta gov.br nível ouro 

A orientação mais segura é não agir no impulso. Antes de clicar em qualquer mensagem ou fornecer qualquer dado, o beneficiário deve entrar diretamente no aplicativo oficial do Meu INSS, no site oficial ou procurar o banco onde recebe o pagamento.

O principal alerta: cuidado com golpes

Esse é o ponto mais sensível da notícia.

Sempre que o INSS muda algum procedimento ou começa a notificar beneficiários, golpistas aproveitam a confusão para tentar enganar aposentados, pensionistas e familiares. Eles podem mandar mensagens falsas por WhatsApp, SMS, e-mail ou até ligar fingindo ser do INSS.

O Governo Federal reforça que não envia links para clique em suas comunicações. Também não pede dados pessoais, como CPF e endereço, não solicita senha, não cobra taxa e não faz pedido de pagamento pelo WhatsApp. 

Por isso, qualquer mensagem dizendo “clique aqui para não perder seu benefício”, “atualize seus dados agora”, “pague uma taxa para liberar o pagamento” ou “confirme sua senha” deve ser tratada como suspeita.

Como saber se a mensagem é verdadeira?

Segundo o INSS, a autenticidade da comunicação pelo WhatsApp é indicada pelo selo azul de conta verificada do Governo do Brasil. Além disso, a mesma mensagem também deve aparecer na Caixa Postal do aplicativo gov.br. 

Mesmo assim, o melhor caminho é simples: recebeu uma mensagem e ficou em dúvida? Não clique em nada. Abra o aplicativo gov.br ou o Meu INSS por conta própria, usando o aplicativo oficial já instalado no celular ou digitando o endereço no navegador. Também é possível ligar para o 135.

Por que isso é importante?

A Prova de Vida existe para evitar pagamentos indevidos e proteger o sistema previdenciário contra fraudes. Mas, para o beneficiário, ela tem um impacto direto: manter os dados em dia ajuda a evitar pendências e problemas no recebimento do benefício.

O recado é claro: não é motivo para desespero, mas também não deve ser ignorado.

Quem recebeu notificação precisa verificar a situação pelos canais oficiais. Quem não recebeu aviso pode consultar o Meu INSS para confirmar se está tudo regular. E, acima de tudo, ninguém deve passar dados pessoais, senhas ou informações bancárias por mensagem, ligação ou link recebido fora dos canais oficiais.

Em caso de dúvida, o caminho mais seguro é sempre o mesmo: Meu INSS, aplicativo gov.br, banco onde recebe o benefício ou Central 135.

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